terça-feira, 26 de abril de 2016

UM POR TODOS E TODOS POR UM: Kannario diz que próxima música irá completar trilogia política

13115763_1017869308295373_664355729_nApós a era do “Tudo Nosso, Nada Deles” e “Depois de Nós, É Nós de Novo”, hits que caíram no gosto do público e ecoaram no circuito Campo Grande durante Carnaval de Salvador 2015 e 2016, Igor Kannário se prepara para lançar a próxima música. Intitulada “Um Por Todos e Todos Por Um”, a canção irá completar uma trilogia, que segundo o cantor, destaca o cenário político brasileiro e a luta por igualdade das classes menos favorecidas.
“Eu penso na trilogia dos fatos do momento em que o país está vivendo. Até nisso Deus fez tudo certo! A gente está em tempo de manifestação, de mudança. Em tempo onde o país está acordando e as pessoas estão gritando e exigindo seus direitos”, disse o pagodeiro ao Aratu Online. O aclamado ‘Príncipe do Guetto’, que sempre trás em suas composições mensagens sociais e a realidade vivida pela população periférica, explicou o significado dos últimos sucessos.
‘Tudo Nosso, Nada Deles’: o deles que eu falo é da corrupção e tudo que está acontecendo. Quem sustenta o país somos nós cidadãos, que pagamos impostos. É por isso que é tudo nosso, mesmo neguinho querendo dizer que não; ‘Depois de Nós, É Nós de Novo’: aqui tem muito eles e esquecem do nós! Sendo que a porra só anda se for nós! A pessoa sozinha não leva o país para lugar nenhum. Para eleger um novo presidente tem que ter o povo. Tudo é através do povo; ‘Um Por Todos, Todos Por Um’: juntos somos mais fortes! Meu guetto merece respeito. Esse povo é a minha nação. Eu não estou de bombeira, tô ligado em toda situação. Tem criança, tem adulto e tem famílias que colam e gostam da gente”, detalhou Kannário.
Para o artista as músicas têm como base o mesmo fundamento, porém letras e abordagens diferentes. Kannário falou ainda que nunca pensou na trilogia musical e que acredita em uma força divina em sua vida profissional. “É Deus, cara! Vai dizer o que? Que caiu do céu?”, disse o cantor, completando: “Eu não tenho religião, eu sou Deus! Eu não gosto de igreja porque acredito que Deus não está preso dentro de uma igreja. Não curto essas ondas de culto, pastor, religião. O nome da minha fé é Deus, Jesus Cristo, a bíblia! Não é uma casa! A leitura da minha fé é o meu coração é que diz, não é um pastor”.Fonte/aratuonline

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